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Opinião


Os incêndios têm custos elevados

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Segundo os especialistas a falta de limpeza das florestas é um dos motivos para a existência de tantos incêndios. Parece que despoletados por mão criminosa, na grande maioria das vezes. Argumenta, por exemplo, Francisco Sarsfield Cabral que é dispendioso a limpeza das florestas por particulares. Mas é preciso não esquecer que o combate aos incêndios é também muito dispendioso. A diferença reside em quem paga. Na limpeza dos terrenos particulares, os particulares. No combate aos incêndios, o Estado. Os contribuintes. E, no caso dos incêndios, os riscos são muito maiores, pelas possíveis perdas em vidas humanas e em bens.

As árvores são o pulmão da Terra. Defender a floresta é defender a vida.

Assim, se aplicados recursos no reordenamento das florestas e na sua manutenção, estaremos quase todos a ganhar. Agora, crime é defender os espaços naturais e abandoná-los à sua sorte. A intervenção humana pode ajudar a natureza.

Ainda sobre a floresta, O Arq. Gonçalo Ribeiro Telles diz que a “limpeza da floresta é um mito”. Ver porquê nesta entrevista aqui

 

Metade Sobra

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Por: Eurico H. Consciência

Chegados a 1836, o país estava repartido por 828 Concelhos ou Municípios, alguns com reduzido número de moradores – tanto mais que a população de Portugal, por essa altura, não deveria passar de 6.000.000.
Em 1836 já eram Concelhos demais. E o Passos Manuel racionalizou a divisão administrativa do país, extinguindo mais de metade dos municípios.
Criou 21 mas suprimiu 498 – restando então 351, pouco mais do que os que agora temos.
Com os actuais meios de comunicação, não são precisos tantos Concelhos, sobretudo no interior, em acelerado processo de desertificação.
Ninguém se atreve a negar esta verdade, mas ninguém ousa metade do que Passos Manuel fez. E temos Concelhos com 3 ou 4.000 habitantes com Presidentes de Câmara, 2 ou 3 Vereadores a tempo inteiro, Chefes de Gabinete, Arquitecto e Engenheiro e Gabinete Jurídico e Divisão de Obras que poucas se fazem porque os dinheiros da Câmara mal chegam para os ordenados dos seus gestores e das dezenas (ou centenas) de funcionários que contrataram.
Com verdade, não tem sentido nem sombras de racionalidade manter Municípios com menos de 30.000 residentes. Esse critério, aplicado ao Norte do Ribatejo, promoveria a supressão dos Municípios de Mação, Sardoal e Constância, a integrar no de Abrantes, e de Vila Nova da Barquinha, Golegã e Chamusca, a integrar no de Torres Novas – Entroncamento. Ou coisa idêntica. E assim se acabava com meia dúzia de pequenos Municípios e se davam condições de verdadeira dignidade, importância e sustentabilidade aos dois Concelhos restantes.

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Comentário: Com a condição proposta, desapareceria o Concelho de Alcanena. 

 

História aplicada da fuga ao Orçamento

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Descobriu-se uma dívida das empresas municipais de mais 400 milhões, que agora é do Estado - que agora é sua. Alguém se espanta?
Opinião de Pedro Santos Guerreiro
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E da Bioquímica? Ninguém fala?

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Depois da Espanha ter mandado um torpedo ao navio cheio de valorosos navegadores portugueses, li na primeira página de um jornal desportivo o desabafo irritado de Cristiano Ronald ”Explicar aos portugueses? falem com o Carlos Queiroz!”.

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O Orçamento

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Marcus Tullius Cícero | Roma | 55 a.C.

O Orçamento Nacional deve ser equilibrado.
As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada.
Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência.
As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.

Fonte: http://www.orcamento.org/

 


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As freguesias do Concelho de Alcanena são: Alcanena, Bugalhos, Espinheiro, Louriceira, Malhou, Minde, Moitas-Venda, Monsanto, Serra de Santo António e Vila Moreira.